Publicado em janeiro 14, 2010 por diegoleoncio
Christopher Johnson McClandess era carismático, inteligente e anti-social (ou seria anti-sociedade?). Talvez, por este e outros motivos, ele se entregou de corpo e alma a natureza selvagem e pereceu por achar que em um ambiente hostil poderia sobreviver apenas da terra. Sua história trágica e suas decisões enigmáticas estão relatadas no ótimo livro do jornalista Jon Krakauer, Na natureza selvagem.
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Publicado em novembro 2, 2009 por diegoleoncio
No ano de 1989 o indiano Salman Rushdie escreveu um dos livros mais controversos do século XX. Superado, talvez, pelo Código da Vinci, de Dan Brown, que cogita a hipótese de Jesus Cristo ter sido casado com Maria Madalena.
Assim como no livro de Brown, Rushdie toca em um ponto que é motivo de muitas guerras, a religião. E como se não bastasse, ele resolve mexer com uma das religiões mais controversas, o Islã.
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Publicado em outubro 17, 2009 por diegoleoncio
Este post vai em homenagem ao Month Python, grupo de comédia inglês, que este ano completa quarenta anos de existência.
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Publicado em setembro 27, 2009 por diegoleoncio
O escritor-jornalista do The New York Times David Grann lançou este mês o livro Z – A cidade perdida. Após várias biografias sobre o coronel Fawcett, o americano lança uma biografia definitiva sobre o verdadeiro Indiana Jones. Fawcett foi um explorador inglês que se embrenhou várias vezes na Amazônia até, que no ano de 1925, misteriosamente, desapareceu nas selvas brasileiras.
O mito é tão vívido que, George Lucas e Steven Spielberg se inspiraram nele para criar o arqueólogo Indiana Jones. Muitos aventureiros foram atrás do coronel nas matas do Mato Grosso, mas ninguém conseguiu notícias dele, alguns desapareceram na mata assim como Fawcett. O coronel afirmava que a cidade de uma antiga civilização se localizava no interior das matas brasileiras, ele a chamava de Z.
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Publicado em setembro 24, 2009 por diegoleoncio
Ao me adentrar na locadora que costumo locar filmes, me deparei com um filme chamado Crepúsculo. Logo percebi que se tratava da mesma história de uma série de livros que estão vendendo muito ultimamente. Me interessei pela sinopse, sou um apaixonado por filmes de vampiros. Logo me veio a cabeça o Drácula de Bram Stoker, filmado pelo gênio do cinema Francis Ford Coppola, e da trilogia Blade que trata dos vampiros como uma subespécie.
Enfim, achei que seria mais um ótimo filme sobre vampiros. Mas, para minha decepção, o filme é péssimo. Nunca ouvi falar, de toda a mitologia no cinema e na literatura, de vampiros bonzinhos, que se negam a tomar sangue de humanos e aceitam conviver com eles numa boa – o Blade é a exceção, luta contra sua metade vampiro o tempo todo. E para minha grande surpresa, quando expostos à luz do sol brilham como diamantes. Fiquei puto. Que filme horroroso. Um romance água com açúcar feito para menininhas de 14 anos assistirem.
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Publicado em julho 24, 2009 por diegoleoncio
Que o Kalil é torcedor do Clube Atlético Mineiro, todos já sabem. Mas que ele é o mais querido pela torcida, acho que poucos tem ciência disto. Olha o Twitter dele que bacana, atualizou a página do vestiário. Muito bacana presidente, parabéns. Com humildade e trabalho vamos chegar bem no final do ano. GALO….
Obs. Agora, além de torcer contra o vento, torcemos contra a imprensa paulista e carioca!
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Publicado em julho 13, 2009 por diegoleoncio
Dois vídeos que demonstram muito bem o que é ser um roqueiro de verdade. Em homenagem ao dia internacional do Rock, 13 de julho.
Joan Jett e the Blackhearts – I Love Rock N Roll
Kiss – Rock N Roll All Night
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Publicado em junho 29, 2009 por diegoleoncio
Há oito anos, eu estava trabalhando quando um amigo disse algo que George Harrison havia morrido. Eu não acreditei. Tive que chegar em casa para confirmar que um dos inventores do rock havia morrido. O que mais me surpreendeu foi à quantidade de gente dizendo: “Quem mesmo morreu?” juro que fiquei indignado. Como uma pessoa, em sã consciência, nunca havia ouvido falar dele? Afinal ele fez parte de uma das maiores bandas do mundo, os Beatles.
Aquilo me chocou profundamente. O cara teve uma vida inteira devotada à música, e no final da vida quase ninguém tinha, sequer, ouvido falar nele. Parecia que um completo desconhecido que acabava de falecer. Estava vivendo um momento histórico, assim como, em 1997, na morte da Ladi Dy, me Paris, e de Madre Teresa de Calcutá. O mais incrível é que ninguém se tocou disto. Este tipo de atitude e algo que sempre critico nesta geração, não conhecem a história, e por este motivo, não conseguem perceber quando a mesmas está sendo feita, diante de seus olhos.
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Publicado em junho 16, 2009 por diegoleoncio
Existem charlatões em todas as profissões. Mas deixar que pessoas sem o menor conhecimento de uma profissão tomem o lugar de quem passou quatro, cinco anos em uma universidade é o cumulo o absurdo. Você não frequentaria um consultório médico na qual o profissional não se graduou, ou frequentaria? Pois com o jornalismo é a mesma coisa.

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Publicado em junho 13, 2009 por diegoleoncio
Estava lendo o blog de um ex-colega de classe, que desistiu da vida árdua do jornalismo, e não fiquei nem um pouco surpreso de ver que ele ainda protege a minoria. Nossas discussões em sala de aula eram praxe. Ele é de direta, eu de esquerda; ele gosta de metal progressivo, eu de Trash Metal; ele idolatra o idiota do Manairdi, eu odeio. Bem, nossas diferenças eram muitas, mas nem por isto deixávamos de ter nossas conversas minimamente inteligíveis. Só concordávamos que torcer pelo Clube Atlético Mineiro era a coisa certa a se fazer.
Este colega, que aqui vou chamar de M, teve uma criação diferente da minha. Nunca trabalhou, sempre teve tudo na mão e, consequentemente, tem uma outra visão do mundo. Eu, por outro lado, comecei a trabalhar cedo e só pude entrar na faculdade quando tive condições pagar. Não estou acusando de nada, entendam bem, quando eu tiver oportunidade vou dar uma educação melhor que minha para meus filhos. Mas quero que eles vejam o mundo como ele é. Que as pessoas simples são desrespeitadas e os poderosos estão cada vez mais ricos.
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