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Diêgo Leôncio

Coffe Break!

Delírios Literários – O círculo

Posso dizer que esse livro é daqueles que deixa você enclausurado. Sim, o sentimento que mais me mais esteve presente durante a leitura de O Círculo foi de claustrofobia. Não que se passe em um local fechado, mas tudo leva a isso. É como se você se metesse em uma situação que não tivesse como remediar, e quanto mais você faz algo, mais as paredes vão se fechando em torno de você.

A história se passa nos dias atuais, e a protagonista, Mae, é uma recém-formada em busca de oportunidades no mercado. Eis que surge uma colega de faculdade e lhe oferece um emprego em uma empresa revolucionária chama O Círculo. A empresa trabalha com tecnologia, e os quatro sábios – os fundadores da empresa – são os responsáveis por tudo que acontece. Continuar lendo “Delírios Literários – O círculo”

Coffe Break!

Delírios literários – Cem anos de solidão

A casa de Gabo

Quando tinha dezessete anos, Gabriel García Márquez tentou escrever um romance chamado La Casa. Por falta de maturidade, segundo o próprio Gabo, não conseguiu terminar. Com trinta e oito anos de idade, casado e pai de dois filhos, Gabo escreveu uma obra prima da literatura mundial. Continuar lendo “Delírios literários – Cem anos de solidão”

Coffe Break!

Soneto em cinza

Sétimas lamúrias

Eu estou bem. Repito para mim em voz alta, sem pensar se tem alguém ao meu lado olhando, escutando, julgando.

Eu estou bem. Repito de olhos fechados, segurando o giz de cera e uma folha em branco, tentando despertar meus sentidos e retratar a minha realidade distorcida no papel.

Eu estou bem, falo novamente. Relaxo e sinto o vento de outono em meu rosto, me lembrando de que estou viva, e que isso seria o suficiente para me sentir inteira. Continuar lendo “Soneto em cinza”

Soneto em Cinza

Sextas Lamúrias

Esse lugar não é tão diferente de onde eu estava não.

Aqui as pessoas não ligam para você. Fingem que não te vê.

Sabia que esse o principal problema com o lixo?

Isso mesmo, o lixo só é problema por que ele está na sua frente, depois que você descarta, passa a não ser mais um problema seu. Continuar lendo “Soneto em Cinza”

Soneto em cinza

Quintas Lamúrias

O saguão do aeroporto é impessoal.

Sentada nesse desconfortável assento, aguardo a chamada para o voo.

Estou voltando para a vida que corri, que escolhi não viver.

Mas a vida é tão injusta que me obrigou a voltar para tudo que me prendia, me sufocava.

Lá fora está um dia lindo. Continuar lendo “Soneto em cinza”

Coffe Break

Miles Davis – Tutu ao vivo na Alemanha – 1987

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